[Nota | Notícia atrasada]
Boa tarde!
Recentemente postei aqui no blog que teria uma música, Quem é Você, cantada pela cantora Simone na novela Sangue Bom. Porém, a música será interpretada por Felipe Catto.
Ainda não ouvi, mas acredito que será muito bem interpretada e que bom que novos cantores estão regravando grandes e bons sucessos!
Fonte: Hugo Gloss
domingo, 16 de junho de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Notícias da Cigarra
Boa noite!
Trago boas novas!
Sexta-feira, 10.05, recebi notícias da Cigarra para compartilhar com vocês!
Já que alguns fãs me procuraram para saber sobre shows e o tão esperado novo trabalho de Simone, decidi entrar em contato com a produção na quinta passada, sendo o e-mail respondido na sexta.
Segue um print do e-mail:
Então, continuemos esperando porque, para nossa alegria, aí vem um novo trabalho!
Abraços,
Bruna Andrade
Trago boas novas!
Sexta-feira, 10.05, recebi notícias da Cigarra para compartilhar com vocês!
Já que alguns fãs me procuraram para saber sobre shows e o tão esperado novo trabalho de Simone, decidi entrar em contato com a produção na quinta passada, sendo o e-mail respondido na sexta.
Segue um print do e-mail:
![]() |
"Bruna, muito bom saber de vc.Logo logo te daremos notícias. Vem aí novo CD.
bjs da,
Cigarra"
|
Então, continuemos esperando porque, para nossa alegria, aí vem um novo trabalho!
Abraços,
Bruna Andrade
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domingo, 28 de abril de 2013
Quem é Você (Trilha sonora de Sangue Bom)
Letra da música
Quem será que me chega
Na toca da noite
Vem nos braços de um sonho
Que eu não desvendei
Eu conheço o teu beijo,
Mas não vejo o teu rosto.
Quem será que eu amo
E ainda não encontrei
Que sorriso aberto
Ou olhar tão profundo.
Que disfarce será que usa
Pro resto do mundo.
Onde será que você mora
Em que língua me chama
Em que cena da vida
Haverá de comigo cruzar
Que saudade é essa
Do amor que eu não tive
Por que é que te sinto se nunca te vi
Será que são lembranças
De um tempo esquecido
Ou serão previsões
De te ver por aqui... então vem!
Me desvenda esse amor
Que me faz renascer.
Faz do sonho algo lindo
Que me faça viver.
Diz se fiz com os céus algum trato
Esclarece esse fato
E me faz compreender.
Esse beijo, esse abraço na imaginação
E descobre o que guardo pra ti
No meu coração
Mas deixa eu sonhar, deixa eu te ver.
Vem e me diz: quem é você
Fonte: Só Música 10
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Trilha sonora da novela Sangue Bom

A nova novela das 7 da Globo, Sangue Bom, que estreia em 29 de abril terá uma trilha sonora que vai do romantismo ao funk, entre o repertório nacional estará Quem é Você (Isolda/Eduardo Dusek) na voz da cantora Simone.
Para conferir o repertório completo clique aqui.
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domingo, 21 de abril de 2013
Programa Encontros, Nova Brasil FM

Dia 28/04 (domingo) a partir das 16h, o Programa Encontros contará com os sucessos das cantoras Simone e Gal Gosta!
Sintonizem na moderna!
São Paulo FM 89,7 / Campinas FM 103,7 / Brasília FM 97,5 / Salvador FM 104,7 / Recife FM 94,3.
Fonte: Nova Brasil FM
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quarta-feira, 20 de março de 2013
20 de Março de 2013
Bem... um dia atípico, dia de felicidade e tristeza.
Felicidade porque hoje comemoramos os 40 anos da Cigarra.
Tristeza porque perdemos um dos melhores músicos da MPB, Emílio Santiago. Talvez tristeza não seria a palavra adequada porque temos a convicção de que ele foi para um belo lugar; mas saudade, uma vez que Emílio não mais faz parte da nossa vida terrestre.
É, Emílio... Obrigada!
Obrigada por nos trazer tanta paz com essa sua voz serena.
Obrigada por nos enriquecer com sua música.
Obrigada pela alegria que nos trazia seu sorriso.
Obrigada por tantas outras coisas.
"Vai minha estrela, iluminando,
Toda esta cidade, como um céu de luz neon
Seu brilho silencia todo som"
Felicidade porque hoje comemoramos os 40 anos da Cigarra.
Tristeza porque perdemos um dos melhores músicos da MPB, Emílio Santiago. Talvez tristeza não seria a palavra adequada porque temos a convicção de que ele foi para um belo lugar; mas saudade, uma vez que Emílio não mais faz parte da nossa vida terrestre.
É, Emílio... Obrigada!
Obrigada por nos trazer tanta paz com essa sua voz serena.
Obrigada por nos enriquecer com sua música.
Obrigada pela alegria que nos trazia seu sorriso.
Obrigada por tantas outras coisas.
"Vai minha estrela, iluminando,
Toda esta cidade, como um céu de luz neon
Seu brilho silencia todo som"
Fique em paz.
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
Mulheres domam a MPB e mantêm a importância do traço pessoal na interpretação
Lançamento de discos de intérpretes mostra a força sempre renovada do trabalho das cantoras na música popular brasileira
Responsáveis pela renovação constante da música popular, as cantoras não perdem o trono no Brasil. Tudo começou, como recorda o crítico e musicólogo Zuza Homem de Mello, ainda nos anos 1970, com a ascensão de Simone, Joanna e Marina Lima, entre tantas outras que se juntaram a Maria Bethânia, Gal Costa, Clara Nunes. “Daí para a frente, estranho passou a ser a falta de cantores”, acrescenta Zuza, atribuindo o fenômeno à falta de concorrência masculina no setor, que predominava na célebre era de ouro do rádio, na década de 1940.
Socorro Lira, Karina Zeviani, Patricia Bastos, Kátia B. e Ilma Brescia são algumas das que estão lançando discos. Mas a lista aumenta a cada dia. E, de acordo com o preparador vocal Felipe Abreu, ganha força com o advento de reality shows como The voice, American idol e tantos outros que têm versão também por aqui. “Esses programas acabam fomentando a vontade das pessoas em mostrar seus trabalhos”, acredita Felipe.
“Tenho como fundamento o talento de cada uma”, garante Roque Ferreira, que, mesmo tendo apostado em Alcione para gravar Samba pras moças, acabou tendo a canção registrada por Zeca Pagodinho, diante da recusa da Marrom, que não teria se identificado com ela.
“Nesse caso me enganei”, reconhece o compositor, que diz ter ficado “sentido” com o não de Alcione. Resultado: 'Samba pras moças' acabou ficando na gaveta por quatro anos, até que um produtor ligou pedindo inéditas a Roque Ferreira, fazendo da música o primeiro grande sucesso do autor baiano, na década de 1980.
Entre as intérpretes, a única a se tornar parceira de Roque foi Tereza Cristina (Cordão de ouro). “Depois de gravar Roberto Carlos para mim ela não é mais sambista!”, protesta Roque Ferreira, um dos legítimos representantes do samba de roda baiano.
Técnica e emoção
Pelo estúdio de Felipe Abreu, no Rio, já passaram intérpretes como Adriana Calcanhotto e Roberta Sá, além da própria irmã, Fernanda Abreu. Por trabalhar muito raramente com roqueiros, a maioria dos alunos do preparador vocal é do sexo feminino. “Elas realmente são em número maior”, constata ele, lembrando ter havido certo equilíbrio entre cantores e cantoras no país apenas até os anos 1970.
“As coisas começaram a mudar com os festivais, que possibilitaram maior visibilidade aos cantores-compositores”, recorda o preparador vocal, salientando o fato de, a partir de então, a interpretação ser mais valorizada do que a técnica ou o timbre.
Para Felipe, representantes da década de 1940 que estouraram na década de 1970, como Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia e Clara Nunes, continuam sendo referências para as novas gerações. “Ainda que Marisa Monte, cuja estética tem a ver com a de Gal Costa, hoje seja uma referência para as mais jovens. Assim como Cássia Eller”, acrescenta o preparador. Atualmente, ele percebe uma busca mais profunda de suas alunas em relação a repertório. “Elas fogem à mesmice, além de correr atrás do lado B dos compositores e de material inédito”, constata.
Na opinião do preparador carioca, hoje também há o conceito de que autoral não é necessariamente o trabalho de composições próprias, mas de um repertório que traduza o trabalho da intérprete. “É uma vertente mais pessoal, para fugir do cover. Essa é uma constante das jovens com as quais trabalho, que estão em busca de algo mais singularizado, mais personalizado”, explica Felipe Abreu. Para ele, na última década, o fenômeno do teatro musical fez com que as cantoras brasileiras procurassem por uma formação de atriz e vice-versa.
Vale lembrar que há, ainda, o caso das famosas “cantrizes”, que, no caso específico de Zezé Motta e Tânia Alves, sofreram forte preconceito do mercado. Felipe fez a preparação de Soraia Ravenle, a estrela dos musicais Sassaricando e Um violinista no telhado, atriz e cantora de alto nível, como prova no primeiro disco solo, Arco do tempo, integralmente dedicado às composições de Paulo César Pinheiro. Soraia é irmã daquela que hoje é considerada uma das intérpretes brasileiras mais bem preparadas, tecnicamente: Itamara Koorax.
Fonte: Diário de Pernambuco | Publicação: 20/02/2013 14:36 Atualização: 20/02/2013 15:24
Responsáveis pela renovação constante da música popular, as cantoras não perdem o trono no Brasil. Tudo começou, como recorda o crítico e musicólogo Zuza Homem de Mello, ainda nos anos 1970, com a ascensão de Simone, Joanna e Marina Lima, entre tantas outras que se juntaram a Maria Bethânia, Gal Costa, Clara Nunes. “Daí para a frente, estranho passou a ser a falta de cantores”, acrescenta Zuza, atribuindo o fenômeno à falta de concorrência masculina no setor, que predominava na célebre era de ouro do rádio, na década de 1940.
Socorro Lira, Karina Zeviani, Patricia Bastos, Kátia B. e Ilma Brescia são algumas das que estão lançando discos. Mas a lista aumenta a cada dia. E, de acordo com o preparador vocal Felipe Abreu, ganha força com o advento de reality shows como The voice, American idol e tantos outros que têm versão também por aqui. “Esses programas acabam fomentando a vontade das pessoas em mostrar seus trabalhos”, acredita Felipe.
Ainda que cada vez mais elas assumam a porção autoral – vide Adriana Calcanhotto, Marisa Monte e Zélia Duncan –, os compositores acabam sendo personagens importantes na carreira das moças. Que o diga Roque Ferreira, comemorando o fato de ter começado com o pé direito, ao ter Apenas um adeus gravada por Clara Nunes, em 1979, no disco Esperança. “As cantoras foram muito importantes para mim, embora meus maiores sucessos sejam na voz de Zeca Pagodinho (Samba pras moças, seguida de Água da minha sede, da parceria com Dudu Nobre), recorda o compositor baiano.
Nos últimos anos, além de Maria Bethânia, que gravou três faixas em Tua, quatro em Encanteria e mais três em Oásis de Bethânia, Roque teve a sua música registrada em discos por Alcione, Beth Carvalho, Mariene de Castro e Tereza Cristina. Depois de Roberta Sá (Quando o canto é reza, gravado junto do Trio Madeira Brasil), atualmente Clécia Queiroz dedica um disco integralmente à música do autor baiano.
Nos últimos anos, além de Maria Bethânia, que gravou três faixas em Tua, quatro em Encanteria e mais três em Oásis de Bethânia, Roque teve a sua música registrada em discos por Alcione, Beth Carvalho, Mariene de Castro e Tereza Cristina. Depois de Roberta Sá (Quando o canto é reza, gravado junto do Trio Madeira Brasil), atualmente Clécia Queiroz dedica um disco integralmente à música do autor baiano.
“Tenho como fundamento o talento de cada uma”, garante Roque Ferreira, que, mesmo tendo apostado em Alcione para gravar Samba pras moças, acabou tendo a canção registrada por Zeca Pagodinho, diante da recusa da Marrom, que não teria se identificado com ela.
“Nesse caso me enganei”, reconhece o compositor, que diz ter ficado “sentido” com o não de Alcione. Resultado: 'Samba pras moças' acabou ficando na gaveta por quatro anos, até que um produtor ligou pedindo inéditas a Roque Ferreira, fazendo da música o primeiro grande sucesso do autor baiano, na década de 1980.
Entre as intérpretes, a única a se tornar parceira de Roque foi Tereza Cristina (Cordão de ouro). “Depois de gravar Roberto Carlos para mim ela não é mais sambista!”, protesta Roque Ferreira, um dos legítimos representantes do samba de roda baiano.
Técnica e emoção
Pelo estúdio de Felipe Abreu, no Rio, já passaram intérpretes como Adriana Calcanhotto e Roberta Sá, além da própria irmã, Fernanda Abreu. Por trabalhar muito raramente com roqueiros, a maioria dos alunos do preparador vocal é do sexo feminino. “Elas realmente são em número maior”, constata ele, lembrando ter havido certo equilíbrio entre cantores e cantoras no país apenas até os anos 1970.
“As coisas começaram a mudar com os festivais, que possibilitaram maior visibilidade aos cantores-compositores”, recorda o preparador vocal, salientando o fato de, a partir de então, a interpretação ser mais valorizada do que a técnica ou o timbre.
Para Felipe, representantes da década de 1940 que estouraram na década de 1970, como Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia e Clara Nunes, continuam sendo referências para as novas gerações. “Ainda que Marisa Monte, cuja estética tem a ver com a de Gal Costa, hoje seja uma referência para as mais jovens. Assim como Cássia Eller”, acrescenta o preparador. Atualmente, ele percebe uma busca mais profunda de suas alunas em relação a repertório. “Elas fogem à mesmice, além de correr atrás do lado B dos compositores e de material inédito”, constata.
Na opinião do preparador carioca, hoje também há o conceito de que autoral não é necessariamente o trabalho de composições próprias, mas de um repertório que traduza o trabalho da intérprete. “É uma vertente mais pessoal, para fugir do cover. Essa é uma constante das jovens com as quais trabalho, que estão em busca de algo mais singularizado, mais personalizado”, explica Felipe Abreu. Para ele, na última década, o fenômeno do teatro musical fez com que as cantoras brasileiras procurassem por uma formação de atriz e vice-versa.
Vale lembrar que há, ainda, o caso das famosas “cantrizes”, que, no caso específico de Zezé Motta e Tânia Alves, sofreram forte preconceito do mercado. Felipe fez a preparação de Soraia Ravenle, a estrela dos musicais Sassaricando e Um violinista no telhado, atriz e cantora de alto nível, como prova no primeiro disco solo, Arco do tempo, integralmente dedicado às composições de Paulo César Pinheiro. Soraia é irmã daquela que hoje é considerada uma das intérpretes brasileiras mais bem preparadas, tecnicamente: Itamara Koorax.
Fonte: Diário de Pernambuco | Publicação: 20/02/2013 14:36 Atualização: 20/02/2013 15:24
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